SNIF - Contextualização dos Pólos Madeireiros da Amazônia

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Última atualização em Sexta, 11 de Mai de 2018, 13h42


Contextualização dos Pólos Madeireiros da Amazônia

Em 2004, na Amazônia Legal existiam 3.132 empresas madeireiras em funcionamento. Sendo, 60% serrarias, 32% microsserarias, 6% laminadoras e 2% fábricas de compensado. Essas empresas consumiram 24,5 milhões de metros cúbicos de toras, que resultaram 10,4 milhões de metros cúbicos de madeira processada (madeira serrada, laminados, compensados e produtos beneficiados).

Isso representava um rendimento médio de processamento de 42%. A maior parte da produção processada foi madeira serrada (63%). Os laminados e compensados totalizaram 21%, enquanto que a madeira beneficiada (portas, janelas, pisos, forros, etc.) totalizou 16% da produção (LENTINI et al., 2005).

Em 2009, na Amazônia Legal existiam 2.227 empresas madeireiras em funcionamento. Aproximadamente 66% eram serrarias e 18% eram microsserrarias. As beneficiadoras somaram 8%, as laminadoras/faqueadoras somaram 6% e as fábricas de painéis somaram pouco menos de 2%. Essas madeireiras extraíram em torno de 14,2 milhões de metros cúbicos de madeira em tora, que resultou na produção de 5,8 milhões de metros cúbicos de madeira processada. Isso representou um rendimento médio de processamento de 41%. A maioria (72%) dessa produção era madeira serrada com baixo valor agregado (ripas, caibros, tábuas e similares). Outros 15% foram transformados em madeira beneficiada com algum grau de agregação de valor (pisos, esquadrias, madeira aparelhada, etc.); e o restante (13%), em madeira laminada e compensada (SFB & IMAZON, 2010).